quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Inteligência, Oportunismo e uma pitada de criatividade



A Rona, uma empresa de tintas do Canadá, resolveu fazer uma graça em cima de um painel da belíssima campanha nano-chromatic da apple. O texto fala algo como "nós recuperamos sobras de tinta".

A grana pra produzir a empena seria a mesma, fosse ela instalada como foi ou estivesse ela em qualquer outro lugar. O que faz uma peça assim valer mais pela mesma grana do cliente é a idéia - sempre ela.

Natal Coca-Cola - Compartilhe a sua Felicidade!

O comercial, que chega à telinha nesta terça-feira (24), aborda o tema "Compartilhe a sua Felicidade", numa adaptação da mensagem "Abra a Felicidade", assinatura da marca desde junho.
Além do filme, a campanha conta com ações nas redes sociais, materiais temáticos para ponto-de-venda, embalagens com rótulos decorados e caravanas de Natal.
Na internet, as ações desenvolvidas trazem o conceito "Compartilhe sua felicidade, compartilhe os seus amigos".

A ideia é compartilhar as melhores características dos amigos com outros amigos, como por exemplo, "Marcia compartilhou o otimismo do João com Raquel".
Já no site de Coca-Cola, além dos roteiros das caravanas e cartões de Natal, estarão disponíveis emoticons, para serem baixados no MSN, e o link para o filme da campanha no YouTube.
O endereço eletrônico também trará informações sobre cidades, datas e roteiros da Caravana de Natal da marca.
Tanto o PDV quanto as embalagens familiares (a partir de 1 litro) de Coca-Cola e Coca-Cola Zero estarão revestidos e decorados com o tema de Natal, trazendo ícones alusivos à data e à marca, como o Papai Noel e os ursos polares.

Livros

Periodicamente leio algumas obras literárias, e algumas me chamaram a atenção pela gama de informações úteis voltadas para o ramo de comunicação. Mas não só comunicação, esses livros dão dicas para se dar bem na vida tanto pessoal quanto profissional.
Não são livros caros, valor médio de 40 reais, mas o conhecimento adiquirido é de valor inestimável.
Hora com hisórias engraçadas e descontraídas mas nunca perdendo o foco de informação e conhecimento





Cartas a um jovem publicitário - Roberto Dualibi






Na Toca dos Leões: Fernando Moraes







Sem logo: Naomi Klein







Tire a mão do meu anúncio: Márcio Perillo




Seu marketing é uma B...: Mark Stevens




Espero que gostem dessas leituras, a qual recomendo a todos. Em breve estarei divulgando novas obras para o deleite de todos.

AOL muda, vira Aol


A AOL cansou da caixa alta e virou Aol. Assim mesmo, com ponto no final. A criação da nova identidade é da Wolff Olins de Nova York, que já prepara uma das pioneiras da internet para sua fase pós-Time Warner.
Além da grafia alterada, a nova marca Aol. é representada por dezenas de fundos diferentes, com objetos e animais como balões, cachorro, peixe, etc.
A Aol., que perdeu muito de sua importância nos últimos anos, estreia a nova identidade e campanha publicitária no dia 9 de dezembro, querendo mostrar que é o “local online com o melhor conteúdo, e ponto”.
Além disso, o novo caminho aponta para combater dois problemas: a vertiginosa queda de receita através de assinantes, e por isso o foco em conteúdo, e a imagem que restou de “a internet que o seu pai usa”, ou melhor, que o pai dos americanos usam, já que a Aol. abandonou o barco no Brasil faz tempo.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

E-commerce deve faturar R$ 1,6 bi no Natal


 O natal de 2009 deverá aquecer o setor de comércio online. De acordo com previsões divulgadas nessa última quarta-feira, 11, pela empresa de monitoramento e-bit, o volume de negócios gerados pelas vendas de e-commerce neste ano poderá atingir o patamar de R$ 1,63 bilhão. Caso a estimativa do e-bit se cumpra, as vendas pela internet realizadas entre o período de 15 de novembro e 24 de novembro serão 30% maior do que as de 2008, quando o setor de comércio online movimentou a quantia de R$ 1,25 bilhão. De acordo com os estudos feitos pelo e-bit, os segmentos que devem puxar as vendas de final de ano são os livros e os eletrodomésticos - estes, sobretudo, impulsionados pela manutenção de isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para a venda de aparelhos da chamada linha branca. As categorias de produtos eletrônicos, informática, beleza e saúde também devem obter destaque no desempenho das vendas online deste Natal. Estudos anteriores já haviam apontado um ano bastante favorável para o setor do e-commerce no Brasil. Até o dia 31 de dezembro, estima-se que o País fature R$ 10,5 bilhões com as transações efetuadas via internet, o que configura um crescimento de 28% em relação ao faturamento do ano passado.

Desafios alteram o perfil da profissão de publicitário

Há 20 anos, tudo o que um cidadão precisava para se tornar publicitário era "ter grandes sacadas". Hoje, os responsáveis por contratações nas agências procuram profissionais com formação completa na área de economia e negócios. Por outro lado, esses mesmos contratantes também buscam pessoas capazes de transitar bem no mundo digital - o que pressupõe habilidade, e não um certificado. O fato é que as necessidades do mercado estão em rápida evolução, e o perfil da atividade de publicitário, em plena mutação.

"Agências, anunciantes e veículos esperam que as faculdades de comunicação formem jovens preparados para assumir funções específicas quase imediatamente. Por outro lado, as escolas dizem, com razão, que isso seria contraproducente, pois o verdadeiro objetivo da universidade é preparar os alunos para a vida profissional da forma mais ampla possível", pondera Francisco Gracioso, conselheiro-associado da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e presidente da comissão que vai discutir o tema A Educação, a Profissão e o Mercado, durante o IV Congresso Brasileiro de Publicidade.

Ele lembra que, em 1978, quando foi realizado o último Congresso Brasileiro de Propaganda, a compra de mídia respondia por cerca de 75% dos investimentos em comunicação dos anunciantes. Hoje, a propaganda responde por apenas 45% dos investimentos em comunicação, segundo dados da TNS InterScience.

Por isso, Gracioso diz que o mercado específico dos jovens que se formam nos cursos de comunicação social inclui novas arenas da comunicação, como o varejo, o universo digital, o marketing esportivo, o mundo do entretenimento, as grandes feiras e eventos. "A propaganda tradicional também é importante, mas não é mais a rainha das batalhas", assinala.

Dados compilados todos os anos pela ESPM em São Paulo mostram que as agências de propaganda atraem em média 10% dos formandos; 30% se encaminham para as novas arenas da comunicação e para os veículos tradicionais; e a maioria (cerca de 60%) encontra a sua primeira colocação nas áreas de marketing, vendas e promoções das empresas. Diante disso, fica claro que os currículos dos cursos superiores não podem privilegiar apenas as necessidades das agências de propaganda.

"O grande desafio é reconhecer quem é a nova geração e como ela foi preparada. Existem grandes gaps a serem preenchidos", afirma Roberta Rivelino, diretora da The Talent Business, empresa especializada na busca de profissionais para o setor de comunicação. "Existe um perfil de profissional que viveu a bolha da internet e que teve de desenvolver novas habilidades que iam além da criação publicitária", aponta Roberta, ao apontar que a internet também mudou o perfil do profissional de criação. "Ele agora tem de pensar em comunicação no mundo on e off-line", afirma.

**Fonte: Meio e Mensagem

O profissional de comunicação nas mídias sociais



Recentemente, ganharam destaque as regras de conduta online lançadas pelo jornal Folha de São Paulo e pela Rede Globo.
Em tempos de jornalismo beta, tais orientações soam contrárias à participação do público no trabalho jornalístico. Ou seja, o ideal seria incentivar o diálogo com os leitores, que podem ter uma participação efetiva na condução da apuração da informação, e não se distanciar deles.
Os jornalistas poderiam usar a web 2.0 para engajar a comunidade e criar a sensação de pertencimento, diminuindo a distância leitor-repórter que muitos dizem sentir. O profissional de comunicação pode propor debates, fazer perguntas, pedir indicações e, claro, receber feedback.
Ou seja, mostrar os bastidores da notícia (uma preocupação recorrente nesses manuais de conduta) não seria necessariamente algo ruim. Do contrário. Poderia enriquecer o trabalho.
Evidentemente, em certos casos, como material exclusivo ou temas polêmicos que revelados antes do tempo poderiam destruir reputações, a empresa jornalística poderia “segurar” a informação.
De toda forma, muitas empresas se beneficiam do capital social de seus funcionários quando eles recomendam conteúdo dos sites nos quais trabalham (citando links no Twitter, por exemplo).
Esses comunicadores usam sua reputação para atrair audiência. Para não criar conflitos, há quem cadastre dois perfis nas redes sociais. Um pessoal, destinado apenas aos amigos, e outro profissional. No primeiro, ficaria mais à vontade para divulgar fotos pessoais, por exemplo. O outro seria o espaço para sua persona pública.
Segundo a consultora Amy Webb, o debate está caminhando na direção errada. O foco deveria ser a segurança dessas atividades para não expor o sistema a invasões de hackers, por exemplo. “Ao acessarem redes sociais do trabalho, esses profissionais não estão apenas revelando seus pontos de vista, mas sim sua localização”, explica. Isso poderia gerar problemas de segurança e privacidade de TI (Tecnologia da Informação).
Todavia, não se trata de uma postura nova.  Há anos, empresas possuem manuais de conduta. Indicavam, por exemplo, quais as roupas mais “apropriadas”, que postura política é permitida… Agora estão adaptando essas normas para as mídias sociais.
No mundo, várias empresas  de comunicação estão fazendo o mesmo (dica do Granado). A IBM também tem um manual de conduta online, mas inovou ao partilhar a construção do documento com os empregados, através da tecnologia wiki.
A postura da IBM poderia servir de referência, pois não apenas define o que deve ser evitado, como também incentiva o uso dessas novas mídias. A empresa aponta o que considera ser as melhores práticas, como evitar a publicação de conteúdo de forma anônima ou indicar onde trabalha.
O ideal seria que esses manuais tivessem caráter recomendativo, e não impositivo. Entretanto, há exagero dos dois lados. Certa vez, já escutei um chefe de TI dizendo que os funcionários da empresa ficavam perdendo tempo “em sites de jornais”.
Por outro lado, há quem passe o tempo de trabalho usando essas ferramentas de mídia social basicamente para fins recreativos e não para desempenhar funções relativas ao seu emprego. Claro, quebras na rotina são importantes para arejar a mente. Mas as empresas, cada vez mais, identificam excessos.
Para mim, é questão de tempo essas ferramentas começarem a ser ainda mais restringidas. Até porque outro problema é que, muitas vezes, são feitos comentários nessas redes sociais que podem ser considerados inapropriados pelas empresas. Já vi cada mensagem no Twitter…

**Fonte: Webinsider

Nova campanha global da Discovery Channel


A National Geographic, pela primeira vez, vai trabalhar uma campanha global, com a mesma assinatura em 166 países e 34 línguas.
“Live Curious” estreou nessa semana seu primeiro filme e vai se desenrolar até março de 2010, em busca de refletir os valores essenciais da National Geographic e aquilo que ela tem em comum com as pessoas: a curiosidade. Quanto mais curioso, mas você deseja aprender, e quanto mais aprende, mais vive.
Assim como a campanha da concorrente Discovery Channel, a iniciativa da National Geographic promove os principais programas e apresentadores do canal, com filmagem em mais de 40 locações.
A produção é da italiana Mercurio Film, que resulta em um comercial bonito e com belo discurso, mas que em ideia e impacto perde para as peças de Discovery Channel.



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Consultoria Touch of Mojo chega ao Brasil


Chega ao Brasil a consultoria Touch of Mojo (TOM). Ela foi lançada por Ray Armes, em janeiro deste ano em Londres. Por aqui, será liderada por Alessandra Baronni Garrido, sócia e diretora de planejamento, e Pedro Carvalho, sócio e diretor de criação.

Ray Armes possui 25 anos de experiência e foi responsável pela reformulação de marcas como a do ketchup Heinz e do sorvete Magnum. Já Alessandra e Pedro comandam a Design Absoluto, que continuará suas operações. Sempre que for necessário, a equipe da agência dará suporte aos projetos da TOM.

O escritório da nova empresa fica no bairro Itaim, na capital paulista. Seu foco será desenvolver serviços de posicionamento, linguagem e arquitetura de marca, além de estratégias de inovação. O consumidor terá papel fundamental no desenvolvimento de projetos. "Nós não queremos trabalhar com grupos de pesquisas. Vamos sair na rua para encontrar as informações que precisamos, no ambiente real onde está o consumidor", explica Alessandra.

A consultoria criou uma metodologia para estudar as marcas e desenvolver as soluções sensoriais e inspiração para as marcas. Os clientes participam ativamente de todas as etapas criativas. O escritório de Londres atende marcas como Unilever, Lea&Perrins, Blistex, Avon, Heinz, entre outros. No Brasil os sócios estão em contato com as unidades nacionais da Avon e Unilever.

**Fonte: M&M

Publicis consolida RP e eventos na nova MS&L Group



O Publicis Groupe está unificando suas empresas de Relações Públicas e eventos, que ficam agora consolidadas na MS&L Group. Fazem parte da lista a MS&L Worldwide, Publicis Consultants Worldwide, JKL, Winner & Associates, TMG Strategies, PBJS, Relay, Capital MS&L, Hanmer MS&L, Carré Noir, SAS, Masius e a Publicis Events
O grupo francês disse que a decisão busca oferecer um serviço de RP de escala global, bem como mais serviços especializados para seus clientes. "O cliente precisa de uma comunicação mais holística e efetiva com alcance global e acesso a ferramentas de digital e redes sociais", justificou o Publicis.
O MS&L Group nasce com mais de 2,5 mil funcionários em 50 países, incluindo o Brasil, e atuará, além de RP e eventos, em comunicação financeira e corporativa, gerenciamento de reputação da empresa e redes sociais. Ele estará sob a liderança de Olivier Fleurot, novo CEO do grupo, que se reportará diretamente a Maurice Lévy, Chairman e CEO do Publicis Groupe.

Novo Livro de Washington Olivetto


Chega às livrarias nesta sexta-feira, 20, o novo livro de Washington Olivetto. Depois de investir em "Corinthians - É Preto no Branco", ficção onde o criativo recontava episódios da história do clube de Parque São Jorge, agora Olivetto apresenta "Corinthians x Outros, Os melhores nossos contra os menos ruins deles", com histórias ao lado de biografias reais de 32 atletas.

O lançamento da Editora Leya conta 14 jogos de ficção do Corinthians contra Palmeiras, São Paulo, Santos, Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Grêmio, Inter de Porto Alegre, Atlético Mineiro, Manchester United, River Plate e Barcelona. Nas histórias, o melhor time do Corinthians de todos os tempos de Olivetto, escalado com 14 jogadores, enfrenta seus "maiores rivais", escalados por nomes como Chico Pinheiro, Fausto Silva, João Moreira Salles, Ricardo Kotscho, Luis Fernando Verissimo, Pedro Sirotsky, Samuel Rosa, José Serra, Jorge Ben Jor, Sérgio Cabral, Jô Soares, Alfredo Marcantonio, Luis Bassat, Paulo Vinicius Coelho e Carlos Menem.

O livro faz uma mini-biografia de 32 atletas - 18 que passaram pelo Corinthians e de um atleta de cada time adversário. Com isso, o livro espera se tornar atrativo também para os torcedores de outras equipes. Todas as biografias são reais, feitas em parceria com o jornalista e pesquisador Celso Unzelte.

Os biografados foram Pelé, Garrincha, Zico, Ademir da Guia, Johan Cruyff, Di Stefano, Reinaldo, Canhoteiro, Falcão, Renato Gaúcho, Cristiano Ronaldo, Castilho, Romário, Tostão e os corinthianos Gamarra, Gilmar, Wladimir, Zé Maria, Casagrande, Dino Sani, Neto, Sócrates, Marcelinho Carioca, Rincón, Rivellino, Roberto Belangero, Carlitos Tevez, Luizinho, Cláudio, Biro-Biro, Basílio e Ronaldo Fenômeno.

Para divulgar o livro, a W/ fez uma "mini-campanha", que conta com pôster, material de ponto de venda e anúncios, além de um spot de rádio, com locução de Alfredo Alves, da Rádio Cultura. A noite de autógrafos do autor acontecerá no dia 30 de novembro, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Este é o quarto livro do publicitário. Além de "Corinthians - É Preto no Branco", Washington já lançou "Os Piores Textos de Washington Olivetto" e "O primeiro a gente nunca Esquece".

Ambev deve acionar Kaiser por teste cego




A Ambev não gostou nada do último comercial da Kaiser, criado pela Fischer+Fala e veiculado desde a última sexta-feira, 13, em que o ator Humberto Martins apresenta o resultado de um teste cego, encomendado pela Femsa ao Datafolha com auditoria da Ernst & Young, em que a marca Kaiser se destaca na comparação com Skol, Brahma, Antarctica e Nova Schin.

A multinacional afirma que "tomará as medidas cabíveis" contra a campanha, a exemplo do que aconteceu em 2006 quando conseguiu na Justiça tirar do ar o "Desafio Kaiser", um outro teste cego promovido pela Femsa, realizado na ocasião pelo Ibope com auditoria da BDO Trevisan. O argumento da Ambev era de que "a campanha não esclareceria suficientemente quais as marcas de cerveja que estariam na disputa".

O gerente de marketing da Kaiser e da Femsa do Brasil, Marcelo Liberado, disse à reportagem que já esperava a reação do maior concorrente mas que desta vez todos os dados da pesquisa estão disponibilizados no hotsite de forma que os argumentos usados pela Ambev em 2006 não tenham a mesma relevância desta vez.

Liberado conta que participaram deste último teste 2,5 mil consumidores de todo País, inclusive de praças onde a cerveja não distribuiu como no Rio de Janeiro, onde há grande rejeição à marca. Os testes foram realizados com a bebida servida a 5º, sem rótulos.

"Deu empate técnico nos dados estatísticos, mas na preferência a Kaiser teve poucos pontos acima. Ou seja, foi bem avaliada. Nosso objetivo foi testar nosso produto sem a influência do rótulo para comprovar a boa qualidade e aceitação do nosso produto", disse Liberado. A Nova Schin, também procurada, ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto.



**Fonte: M&M

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Skol | Garota do Tempo



Há alguns dias, falamos aqui sobre algumas ideias de apresentar a meteorologia de forma um pouco mais interessante. Hoje, a Skol colocou no ar o site “Garota do Tempo”. Você escolhe a(s) cidade(s) que deseja, e ela mostra a temperatura da semana em diferentes trajes.
Ação divertida, mas faltou o básico: um widget para download, ao invés de meros wallpapers e ícones estáticos. Você entra no site, brinca um pouco e provavelmente não volta nunca mais. É uma iniciativa que faria mais sentido como ferramenta para ter no desktop ou celular, prometida para breve.
A criação é da F/Nazca, com produção da colmeia.




**Fonte: Brainstorm #9

Prêmio Caboré 2009



O Prêmio Caboré foi instituído pelo jornal Meio & Mensagem em 1980. Tem como objetivo homenagear profissionais e empresas que se destacam em seus respectivos setores de atuação e contribuem para o avanço da indústria da propaganda e o desenvolvimento do marketing e da comunicação no mercado brasileiro. A disputa pelos prêmios acontecerá de 1º de novembro a 2 de dezembro.
Abaixo as categorias do Caboré 2009

Empresário ou Dirigente da Indústria da Comunicação
Agência de Propaganda
Profissional de Criação
Profissional de Atendimento
Profissional de Planejamento
Veículo de Comunicação - Mídia Eletrônica
Veículo de Comunicação - Mídia Impressa
Profissional de Mídia
Profissional de Veículo
Anunciante
Profissional de Marketing
Serviço Especializado
Produção Publicitária   

 Os vencedores serão revelados na festa de premiação que acontecerá no dia 07 de dezembro, no Credicard Hall.






Como trabalhar com campanha de varejo

Como produzir uma campanha de varejo?
Marcelo Prista, diretor de criação da PA Publicidade detentora da conta do Grupo Pão de Açúcar, dá as dicas.





**Fonte: Ad News

Salário de um publicitario



Quanto se ganha um publicitário hoje no Brasil?!
Essa pergunta é feita diariamente por diversos alunos do curso de Publicidade e Propaganda. Uns falam que ganha-se muito bem, outros já choram devido ao mercado saturado.
Mas francamente, varia muito esses valores?! Ora, claro que sim!
Ao menos que você tenha a mente de um Olivetto, a ousadia de um Dualibi ou não tão longe, a genialidade de um Camossa, que hoje tem suas próprias agências, melhor você acordar, colocaro pé no chão e ir à luta.
AAbaixo, segue o valor MÉDIO recebido por áreas de agências de pequeno a grande porte.

Estagiário: 450,00 - 1.200,00
Atendimento: 1.400,00 - 5.800,00
Planejamento: 1.500,00 - 7.850,00
Criação: 1.200,00 - 25.000,00
Mídia: 2.000,00 - 8.600,00

Lembrete 1: Tais valores podem variar de acordo com a região e agência.
Lembrete 2: A região sudeste detem os maiores salários (em especial SP e RJ).
Lembrete 3: A região norte-nordeste detem os menores salários.
Lembrete 4: Os valores acimas citados foram empregados sem distinção de cargo.

**Fonte: Guia das profissões / Brasil Profissões / Br Answers

domingo, 15 de novembro de 2009

Y&R lança nova campanha da TELEFÔNICA




“Melhorar sempre”. Esse é o mote da nova campanha institucional criada pela Y&R para a Telefônica. O filme que acaba de entrar no ar estabelece um paralelo entre o desejo natural do ser humano de fazer sempre o melhor, com a Telefônica que também busca o aprimoramento constante para satisfazer o desejo de seus clientes. Com linguagem de videoclipe, cenas do cotidiano de várias pessoas são mescladas com fatos marcantes da evolução da humanidade como, por exemplo, a chegada do homem à Lua e o objetivo de chegar a Marte. O desfecho fica por conta da locução “Melhorar sempre. Seu desejo é o mesmo que o nosso. Telefônica”. A criação é da equipe da Y&R com direção de criação de Marco Versolato, Alexandre Vilela (Xã) e Felipe Gall.



**Fonte: Y & R

sábado, 14 de novembro de 2009

Marketing Viral. Isso funciona?

Marketing viral ou publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares à extensão de uma epidemia.
Mas isso funciona? Claro que SIM!
Imagine um anúncio repercutindo em várias comunidades do Orkut, postagens no Twitter, emails rolando por toda a rede sobre o anúncio em questão. Certamente você atingirá o público alvo, pois a proliferação é tão rápida que atinge todos os grupos sociais.
O marketing viral cria o Astroturfing (criar a impressão de que são movimentos espontâneos e populares.) que na maioria dos casos, é patrocinada por uma marca que busca construir conhecimento de um produto ou serviço.
Ainda não acredita que o marketing viral funciona? Então olhe o vídeo abaixo de uma campanha que utiliza-se do marketing viral.

Curso: BRANDING: GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARCAS




A Ascenda Treinamento e Desenvolvimento Profissional realiza na data de 28/11/2009 o curso de Branding: Gestão Estratégica de Marcas, ministrado por ninguem menos que Ricardo Rodrigues, que atualmente elabora e coordena projetos de Gestão, Inovação e Branding na Giacometti Consultoria (SP/SP).
Para maiores informações acesse www.ascenda.com.br

W/ conquista uma nova conta



OpArt, ótica do Grupo Amaro Participações, que detém várias empresas, entre elas a Óticas Carol.
Presente desde o início do projeto, a W/ colocou a criação  e o planejamento juntos para fazer um estudo de tudo o que o mercado de grifes de óculos fez e faz no Brasil e no mundo. E preparou o mais completo e verdadeiro trabalho de branding - criou o nome, logotipo, visual, sinalização e material de loja, ações de relacionamento, e ainda acessórios.
O nome OpArt faz uma associação imediata entre um movimento artístico que se baseia no olhar e nas sensações que suas obras provocam, com uma marca de óculos. 
A campanha estréia ainda este ano, com a inauguração da loja prevista para novembro, e vai contemplar diversos meios de comunicação.
**Fonte: W/

Como começar?


Você está em início de carreira, não conhece ninguém mas sabe onde quer chegar. Use um atalho: participe de forma inteligente e construtiva dos ambientes onde estão as discussões de seu mercado e seja reconhecido.

Você certamente já pesquisou o seu nome no Google e viu que é possível visualizar comentários e posts feitos por você em blogs, além de suas notas da faculdade, fotos, inscrições e resultados para concursos.

Parte de sua vida está lá exposta e dificilmente poderá ser apagada.

Cada interação com a web transmite impressões de quem você é ou por onde você anda. Além disso, existem os sites de relacionamento, como Orkut, MySpace, Facebook, Twitter e Linkedin.

Através deles é possível coletar inúmeras informações a seu respeito. É exatamente a junção de todos esses dados, disponibilizados na internet, que constrói a sua reputação online.

Os “headhunters” (caça talentos) e as empresas de recrutamento já descobriram isso e utilizam este recurso há muito tempo.

Possivelmente, antes de uma entrevista, executam uma pequena pesquisa pelo nome do candidato na rede. Caso você costume participar de comunidades do tipo “Eu odeio isso…”, ou que estejam relacionadas à violência, à homofobia, à pornografia ou a qualquer tema polêmico ou negativo, fique atento, pois isso pode interferir diretamente nos resultados de suas entrevistas ou seleções.

Apesar de toda essa exposição, há um grande ponto positivo a ser extraído dessa espécie de vitrine na qual a internet transformou-se: para tirar maior proveito dela, procure descartar a criação de perfis que sirvam apenas para demonstrar ou fazer referência à sua vida pessoal.

Se você, realmente, deseja ser bem sucedido com o apoio da web, utilize as redes sociais para ser visto como um bom profissional. Acompanhe comunidades que sejam pertinentes ao seu trabalho, a sua carreira e aos seus interesses profissionais.

Abaixo, separei quatro dicas que considero fundamentais.

Dicas para uma boa reputação online

LinkedIn: Você ainda não possui um perfil no LinkedIn? Crie hoje. O LinkedIn é uma rede social profissional. Diferente do famoso Orkut, serve para você mostrar suas qualificações e experiências profissionais. Muitas empresas de recrutamento e seleção o utilizam como guia e fonte de pesquisas. Então, não perca tempo!

Blogs: crie um blog que contribua com conhecimento. Criar por criar, apenas para utilizar como um “diarinho” não é uma boa ideia. Escrever sobre o que você sabe ou conhece é a forma mais fácil de obter sucesso. A internet contém milhares de blogs e para ser notado é preciso ser relevante.

Comentários: comente assuntos em blogs e fóruns que você tem interesse e que tenham relação com seu trabalho. Seja para estimular um debate ou para mostrar interesse em aprender. As empresas e profissionais leem blogs e acompanham comunidades relacionadas ao seu negócio; se você participa e contribui positivamente poderá ser lembrado em uma seleção.

Português: você não precisa ser candidato à Academia Brasileira de Letras para contribuir e escrever; no entanto, escreva corretamente. Erros de português passam uma imagem muito negativa.

Enfim, existem inúmeras outras dicas do que fazer e do que não fazer. Deixo isso pra outros posts. O importante e não esquecer que você está sendo visto por todos. Cuidado com a sua reputação online e não esqueça de ser sempre sincero.

autor: Guilherme Tossulino
fonte: [Webinsider]

PRAZER. Novo posicionamento da BMW



A campanha já foi lançada no Brasil pela Taterka através do belo manifesto nas principais mídias do país. Veja acima.

E abaixo algumas propagandas veiculadas




Scuppies


Scuppie é a sigla para Socially Conscious Upwardly-mobile Person (pessoa socialmente consciente e antenada nas novidades tecnológicas), uma espécie de eco-geek abastado. 
Trocando em miúdos, são aqueles que prezam a qualidade de vida, seguem a moda, viajam, adotam novas tecnologias e preocupam-se com dinheiro ao mesmo tempo em que se importam com o meio-ambiente e as causas sociais.
O termo foi criado pelo americano Chuck Failla, empresário do setor financeiro em Nova York. E trata de um mix de Hippies e Yuppies.O site  Scuppie.com elucida um pouco mais o assunto. E traz ilustrações divertidas, como a acima, na seção graphics.

**Via Yahoo News por dica da Maria Collier. Publicado originalmente no e*ideias.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Neuromarketing


Recentemente li alguns artigos sobre NEUROMARKETING e fiquei um tanto quanto surpreso.
Entender o comportamento do consumidor é a grande meta de qualquer plano de Marketing de uma empresa. Não faltam seminários, livros, reportagens, artigos e documentários que fazem sua parte ao tentar decifrar essa imprevisível e complexa troca que acontece entre quem compra e quem vende um produto. A novidade dos últimos anos é que até mesmo a ciência está estudando isso. O Neuromarketing ainda está dando seus primeiros passos, porém, diversas corporações preferem não perder tempo e já começam a realizar estudos nesta área.

O Neuromarketing surgiu no final da década de 1990 através de estudos acadêmicos de um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos. Um deles, Gerald Zaltman, médico e pesquisador da universidade norte-americana de Harvard, teve a idéia de usar aparelhos de ressonância magnética para fins de Marketing, e não estudos médicos.

O termo “Neuromarketing”, no entanto, só viria a ser conhecido alguns anos atrás, cunhado por Ale Smidts, um professor de Marketing na Erasmus University em Roterdã, Holanda. E foi no início desse século que esta “ciência” passou a ganhar maior atenção, de tal forma que a próxima década pode marcar a consolidação dessa ferramenta.

Fortalecimento do Neuromarketing
Isso ficou ainda mais forte com a divulgação de uma pesquisa científica no jornal acadêmico Neuron, da Baylor College of Medicine, em Houston, Texas. O estudo consistia na experimentação dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola. Em um dos casos, os experimentadores não sabiam qual era a marca a bebida que tomaram.

Quando perguntados qual dos dois refrigerantes era melhor, metade respondeu Pepsi. Nesse caso, a ressonância detectou um estímulo na área do cérebro relacionada a recompensas. Já quando elas tinham conhecimento sobre a marca, esse número caiu para 25%, e áreas relativas ao poder cognitivo e à memória agora estavam sendo usadas. Isso indica que os consumidores estavam pensando na marca, em suas lembranças e impressões sobre ela. O resultado leva a crer que a preferência estava relacionada com a identificação da marca e não com o sabor.

Com tal precisão, o Neuromarketing é possível monitorar as emoções vividas durante as experiências de consumo. Essa ciência estuda neurologicamente o estado cerebral de uma pessoa quando expostos a mensagens relacionadas com experiências de consumo, tornando possível a identificação das zonas do cérebro estimuladas. Os aparelhos de ressonância magnética fazem esse trabalho, conseguindo traçar as atividades cerebrais, a formação de sinapses e reações.

Vantagens e limitações
Entre as vantagens, está a possibilidade de descobrir que sentimento uma campanha de Marketing desperta nas pessoas. Isso permite que uma empresa saiba elaborar melhor suas ações, de forma que instigue nas pessoas o que ela deseja. Além disso, é uma fonte de pesquisa mais confiável, uma vez que as respostas dadas a consultores em questionários podem muitas vezes não ser sinceras, apenas refletir uma experiência recente ou influenciada pela resposta de outros (como acontece em sessões de grupo).

Apesar de mais confiáveis que as estatísticas tradicionais, não se pode dizer ainda que os resultados obtidos por meio do Neuromarketing são 100% verdadeiras. Afinal, descrever os sentimentos através de impulsos elétricos ou fluxo sanguíneo é afirmar que o ser humano possui resposta pronta a certos estímulos, equivalendo-o a um simples robô produzido em série. “Isso significa que teremos de admitir os limites do Neuromarketing, uma vez que esta técnica se centra, tantas vezes exclusivamente, no exercício resultante, assombrando erradamente modelos de representação da existência humana”, comenta Paulo Vieira de Castro, Diretor do Centro de Estudos Aplicados em Marketing do Instituto Superior de Administração e Gestão do Porto, em Portugal.

Emoções pessoais e sócio-culturais também entram em jogo, o que explica ainda mais a falta de exatidão. Entre outras limitações está a impossibilidade de prever as mudanças de comportamento ou mesmo de estabelecer um padrão perfeito para determinadas ações de Marketing, uma vez que uma série de fatores imprevisíveis influencia o resultado final.

O complexo comportamento do consumidor
Pensando por esse lado, pode-se afirmar que o Neuromarketing vem não para desvendar, mas sim atestar a complexidade da relação entre a empresa e o consumidor. Esta nova ferramenta atenta para a necessidade de uma abordagem mais íntima com o cliente, tratando-o como um verdadeiro fã da marca ou produto. Afinal, o consumidor não apenas avalia a utilidade de um produto ou a confiabilidade que uma marca o empresta. Há também uma série de fatores emocionais que podem influenciar o sucesso ou fracasso de um lançamento, desde o patriotismo até a simples aversão ao nome.

Essa limitação é melhor explicada por Paulo Vieira de Castro através de uma simples metáfora sobre um rio violento, onde são suas margens que o comprimem, explicando a sua violência. Segundo o especialista, o Neuromarketing falha ao ignorar as margens das relações humanas e desvaloriza o entendimento integral do ser humano. Isso explica porque ações como Marketing Social e Ecológico podem refletir em boas vendas. “Devemos refletir a propósito da idéia de Ray Jackendorff (co-diretor do Centro de Estudos Cognitivos na Tufts University), segundo a qual o essencial da nossa inteligência não está associado inteiramente à consciência. Penso que estamos muito longe da verdadeira consciência, isto no que ao consumo diz respeito”, conta Vieira de Castro, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O Neuromarketing vale, portanto, como indicativo, e não prova, de um sucesso. Suas pesquisas podem avaliar as melhores cores a serem aplicadas em produtos e embalagens, examinar que reações um consumidor manifesta enquanto consume um produto, observar o subjetivismo na sua relação com a marca e produto, entre outros exemplos. Basicamente, ele testa se uma ação realmente desperta o sentimento desejado nas pessoas pela empresa e se ele influencia na sua decisão de compra. Ou seja, sua utilidade está em observar como o cérebro funciona e alinhar ações de Marketing ao funcionamento desejado, por mais que seja impossível controlá-lo, uma vez que estamos falando de pessoas.

Essa ciência também pode ser uma boa aliada na hora de enfrentar as artimanhas da concorrência. Uma empresa pode descobrir as falhas de comunicação de uma ação dos concorrentes e criar contra-campanhas em cima disso, de forma a evidenciar melhor esses “buracos” e contrapor com as vantagens do seu produto. “Se a sua mensagem não for passada corretamente, a campanha da sua empresa acabará servindo apenas à concorrência”, alerta Alex Born, autor do livro “Neuromarketing – O genoma do Marketing, o genoma das vendas”.

*Fonte Mundo do Marketing